segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Vivendo no país dos golpistas!

terça-feira, 29 de março de 2016

Começo amanhã a cursar Pedagogia na Universidade Federal de Goiás.

Que Deus me abençoe e conduza nesta nova etapa.

Amém!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Minha filha! minha vida! amor que vem de Deus!
Eu e minha esposa Roseni, parceria de vida!

As disputas na vida em comunidade

Prezado leitor, 

Após longo período de inatividade, resolvi, atrevido que sou, voltar a alimentar esse blog com meus pontos de vista. Longe de ser o dono da verdade, tenho a simples intenção de defender o que acredito.
Quero deixar bem claro que sou a favor do debate franco e respeitoso, em que a argumentação torne-se a melhor ferramenta de convencimento. 
Hoje vou dissertar sobre as disputas na vida em comunidade, nos ambientes corporativos, político e eclesial, especialmente nas paróquias, onde tenho atuado nos últimos quatro anos.
A busca do poder  é algo comum nos citados  locais de convivência humana. Com diversos objetivos finais. Alguns até inconscientes.
Nos ambientes empresariais, ocupar posições de destaque têm  motivações econômicas e/ou profissionais. Neste sentido, valores como honestidade, sinceridade, caráter, são facilmente descartados. Dando lugar a uma competição quase insana, onde passar por cima das pessoas como um rolo compressor é rotineiro.
A mesma regra vale principalmente  para o ramo da política. O jogo sujo é considerado até normal, muitas vezes institucionalizado. A mídia e a internet têm papel importante para construir ou desconstruir imagens. Valendo-se principalmente de pessoas desinformadas ou sem motivação para pesquisar fontes, aprofundar a pesquisa, etc. São o que podemos chamar de "inocentes úteis". De qualquer forma, a mídia é parcial, seja para partido "A" ou "B". Dependendo da circunstância faz o jogo duplo.
Já no ambiente paroquial algumas atitudes, com raras exceções, não têm motivação econômica ou profissional.
Entretanto, observa-se que existem sim lutas pelo poder, disfarçadas ou declaradas. Ocupar lugares de destaque durante os momentos celebrativos é o mais comum.
Cantores exigem que o volume de seus microfones sejam mais elevados, ministros que se auto escalam, não dando espaço para os demais. Existem também os famosos doutores em Igreja que questionam tudo, sendo os donos da razão.
Atitudes como essas contradizem o principal objetivo das religiões cristãs, onde humildade, paz, amor e fraternidade são pilares. Atrevo-me a imaginar Jesus lá na cruz olhando tudo e dizendo: "não entenderam nada"!
Penso porém, que Deus, em sua infinita misericórdia, e sabedor das nossas fraquezas humanas, perdoa as nossas falhas e nos acolhe como o Pai do filho pródigo. Que tenhamos a certeza que devemos valorizar o que não passa. Assim conseguiremos romper com a cultura da disputa que só nos afasta do objetivo único e final, a eternidade nos braços de Deus.
Pense nisso!

sábado, 23 de julho de 2011

Torcidas Organizadas

O que falar sobre esse tema tão polêmico? Se por um lado tem tanta violência. Causada principalmente pelo consumo de drogas, lícitas e ilícitas. Por outro tem a vibração empolgante e tão necessária no futebol.

Como todos sabem, sou torcedor do glorioso VILA NOVA FUTEBOL CLUBE, de Goiânia-Goiás. Como tal, vou a vários jogos do meu time. Sempre tive e ainda tenho certo temor das torcidas organizadas e quando ia aos jogos, ficava no lado oposto aos que elas estavam.

Um dia, incentivado pela minha filha, resolvi assistir ao jogo “Vila Nova X Ponte Preta-Sp” ao lado da “temida” esquadrão vilanovense. Confesso que fiquei arrepiado, a energia daquele pessoal é contagiante e quando percebi lá estava eu também pulando feito um adolescente. O que me rendeu algumas dores depois, coisas da idade.

O fato é que minha visão mudou a partir dai, consegui perceber que a energia deles proporciona um clima especial ao estádio. São eles que incentivam os outros torcedores a vibrar, empurrar o time, cobrar quando for preciso. Até então eu só conhecia o lado negativo desse pessoal, em questões sérias como o consumo de drogas, a violência, o ódio alimentado pelo semelhante, simplesmente pelo fato de torcer por outro time. Fato esse que deve ser explicado pela antropologia e que não me cabe aqui aprofundar, pois não sou especialista no tema.

Infelizmente, nos últimos dias a violência entre as torcidas organizadas tem tomado proporções assustadoras. Vários jovens perdendo a vida por algo que deveria ser um entretenimento. Algo precisa ser feito, pessoas estão morrendo, famílias estão sofrendo.

Esse debate precisa ser ampliado, não podemos resumir esse tema somente ao âmbito esportivo ou policial. É uma questão social mesmo. Por que tanta violência? Por que tanto ódio? Não seria isso uma válvula de escape?

A desigualdade social que ainda existe no Brasil, os novos valores que estão sendo empurrados “goela” abaixo na sociedade, principalmente na juventude, a desagregação das famílias, o tráfico de drogas. Todos são fatos que devem ser refletidos sem extremismos. Deve acontecer um debate civilizado e a partir disso buscar soluções a médio e longo prazo.

A questão não é simplesmente extinguir as torcidas organizadas, seria uma solução imediatista e injusta. Os criminosos que lá estão infiltrados devem ser presos e punidos no rigor da lei. A partir disso, o cadastramento e acompanhamento contínuo.

Só assim ninguém perderá. Times, torcedores, o espetáculo em si. E seguiremos fazendo parte dessa mágica que se chama futebol.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Eleições 2010

Bom, outra uma vez estamos em ano de eleições gerais. A nível nacional um cenário interessante esta formado, pois pela primeira vez no Brasil, uma mulher tem reais chances de ser eleita Presidente da República.

A arena esta armada, de um lado o famigerado PSDB e seus aliados de sempre. De outro, o PT, desacreditado, com uma militância que de certa forma perdeu a inocência, ao perceber que ser "governo" implica em abrir certas excessões.

A candidata do PT tem a seu favor, além do fato de ser mulher, o total apoio do Presidente Lula. Este em recente pesquisa, conta com 80% de aprovação popular. Algo realmente impressionante, pois sua popularidade resistiu a todos os escândalos reais e/ou virtuais (entenda-se "plantados") que aconteceram durante seus 8 anos à frente do executivo nacional.

Um apoio assim é um diferencial competitivo interessantíssimo e motivo de muita dor de cabeça para os tucanos. Como barrar alguém apoiado por um homem tão popular?

Infelizmente, o quarto poder (a mídia) tem trabalhado sistematicamente e de forma parcial, tendenciosa. Denegrindo a imagem de um e exaltando a de outro. O jogo sujo esta mais presente do que nunca. A intimidação, o terrorismo psicológico é uma estratégia há muito utilizada. Quem não se lembra do "EU TENHO MEDO" da Regina Duarte?

A bola da vez é a imagem da candidata petista, tendo seu passado de militância em grupos mais radicais sendo amplamente divulgado. Tenta-se passar a idéia de que não se pode colocar uma "terrorista" no poder. Eles subestimam a inteligência do eleitor brasileiro. Que felizmente tem melhorado seu senso crítico a cada ano.

Tomara que o resultado final seja alcançado de forma civilizada, com propostas concretas, ao invés de baixarias e acusações falsas, de ambas as partes. Embora eu duvide muito, mas muito mesmo disso.

Falando um pouco sobre a situação aqui no Estado de Goiás, deu a lógica, ou seja, os dois "coronéis" irão disputar o cargo de Governador de Goiás. É incrível como não se consegue criar uma terceira via interessante e viável. Ficando a disputa polarizada entre PMDB e PSDB.

Nesse aspecto, o atual Governador, perdeu a chance de prestar um grande serviço à democracia em Goiás. Pois sendo ele da situação e tendo rompido "teoricamente" com o PSDB, teria plenas condições de viabilizar essa terceira via. Não que eu seja apreciador do trabalho deste senhor. Apesar de saber que ele pegou uma verdadeira batata quente na mão, pois herdou um Estado cheio de dívidas, deixadas pelo mesmo senhor que agora tenta voltar ao poder.

Entretanto, sua administração foi sonolenta e omissa. Faltou personalidade, tanto que em determinados momentos, o Secretário da Fazenda conseguia mais destaque que ele, como Governador. Nas entrevistas, era e é sempre sonolento, com frases prontas e sem a profundidade esperada de um governante.